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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Marca além da estética


    Sabe aquela velha frase que diz "a primeira impressão é a que vale"? Quem tem um pouquinho de experiência de vida sabe que não é bem verdade, pelo menos não nas relações interpessoais. Mas no caso de um produto ou serviço, a primeira falta de afinidade pode ser, sim, o fim da relação. 

    Apesar de a princípio estranha a analogia entre comércio e relacionamentos, você vai ver que faz certo sentido. Afinal o consumidor cria envolvimento com aquilo que consome, seja com os ítens do vestuário, os aparatos eletrônicos ou aquele chocolate diário da sobremesa. Não importa se você é um aficcionado pelas marcas mais badaladas ou daquele grupo que tem preguiça de modinhas; uma coisa é fato, você escolhe as marcas que usa.

    Voltando ao assunto da primeira impressão, vamos fazer um exercício rápido. Imagine que precisa com urgência de um pedreiro, para reformar o banheiro de casa. Você não tem referência de nenhum profissional, nem indicações. Milagrosamente, mexendo nas suas coisas, descobre dois cartões, com os contatos de dois prestadores de serviço na área. Justo o que você precisa. Seu primeiro movimento será avaliar o conteúdo dos cartões. Faça isso abaixo:


    Obviamente, você que não é bobo(a) nem nada, não vai se deixar levar apenas pelas aparências e escolher o profissional pela beleza do cartão de visitas. Mas, convenhamos, para quem você vai ligar primeiro? Uma vez que você, o cliente, procurar o serviço, muitos outros fatores vão definir se o negócio vai ser fechado. O preço, a simpatia do vendedor, a experiência, a disponibilidade, tudo isso conta. Mas, à primeira vista, o que o empreendedor precisa é ser visto pelos seus clientes em potencial e, claro, que eles decidam discar o seu número no telefone, ou visitar a sua página na internet; e não a da concorrência.

    Alguns vão pensar que então basta procurar um designer que possa fazer uma identidade visual bem chamativa e sair distribuindo cartões e panfletos por aí. Faz parte. Atrair os clientes, os públicos de interesse é claramente uma das principais funções da marca de um negócio, mas está longe de ser apenas isso. 

    A marca carrega a alma do projeto, por assim dizer. As cores, formas e traços que a compõem são capazes de expressar valores e causar sentimentos, sensações, de criar laços, de promover o reconhecimento. Carregam consigo ainda o desafio de simbolizar, ou de levar à frente a missão da empresa. A marca não se expressa apenas na peça gráfica que a representa, tem a ver também com as infinitas relações que naturalmente a cerceiam. Mas essa peça deve ser capaz de comunicar um pouco do que se constrói nesses entremeios.

    Por trás de toda empresa de sucesso há uma marca de mesma proporção. Novamente, não é apenas a estética refinada que vai mensurar a qualidade da marca, mas sim a identidade visual que consegue unir o objetivo comercial de vender um produto ou uma ideia, à importante missão de sintetizar em si os valores por trás do projeto ao qual representa, ao qual dá visibilidade.




sexta-feira, 1 de maio de 2015

Em breve: um novo espaço para compartilhar!


    Vem novidades por aí nos canais da Mundi na internet. Fique ligado no blog e em nossa página no facebook. Na central mundi a gente traz para você informação, curiosidades e um espaço para compartilhar experiências, ideias e um bom papo. Conecte-se!


quarta-feira, 19 de março de 2014

Contando notícias - a narrativa no Jornalismo

por Victor Lambertucci


  Entre as 6 razões, que Luiz Gonzaga Motta* lança mão, para endossar o estudo das narrativas, percebe-se um esforço do autor de mostrar como esse tipo textual se faz presente, em peso, no cotidiano comunicativo da nossa sociedade. O relato de uma experiência, a argumentação para convencer alguém de alguma coisa, a descrição de um perfil, uma conversa no ônibus, todas essas situações estão carregadas do ato de narrar; o que é fácil de perceber, basta pensar em nossas experiências individuais.

     Mas o que mais instiga no texto de Motta, é refletir não só sobre a constante participação das narrativas em nosso dia-a-dia, mas em como existe por trás do narrar o que o autor classifica como uma atitude intencional e argumentativa. Em outras palavras, Luiz Gonzaga nos chama atenção para o fato de que a enunciação narrativa, por mais que seja algo natural, ao ponto que é figurinha marcada no álbum do cotidiano, por assim dizer, reúne também alguns parâmetros que a constroem, que lhe dão sentido. Esses atos configurativos do narrar são fatores heterogêneos, como o agente ou a pessoa que fala, os meios, intenções, circunstâncias, etc. Simplificadamente, isso significa que uma mesma história contada por dois interlocutores diferentes pode ganhar contornos distintos.


     Essa discussão do caráter construtivo da narração, traz-nos de volta a uma velha – mas sempre atual – discussão acerca do jornalismo. A profissão que tem como essência a busca pela verdade e objetividade, ou, em palavras mais claras, o propósito vital de transmitir no texto jornalístico o que de fato aconteceu, também é baseada em narrações do cotidiano. Mas não são as narrações carregadas de intenção e dependentes de variáveis circunstâncias? Será possível então retratar com fidelidade o fato, sem que ele ganhe contornos circunstanciais? De fato, não. Ou, quem sabe, sim. Ou em um terceiro questionamento, será que não é ambicioso demais dizer da verdade? Ao menos é uma verdade possível, carregada de verossimilhança e que cumpre seu propósito ao ponto de informar e promover a reflexão, trazer à luz, para fomentar a discussão.

* Luiz Gonzaga Motta é jornalista, mestre pela Indiana University (USA), doutor pela University of Wisconsin (USA), estágio de pós-doutorado na Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha). É pesquisador do CNPq, coordenador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política (NEMP), do Núcleo de Estudos da Narrativa (NENA) e professor da Universidade de Brasília, onde desenvolve pesquisas sobre as narrativas jornalísticas, história do presente e a construção social da realidade.



terça-feira, 18 de março de 2014

Deixe sua marca! (Primus Comunicação)



 
Você sabe o que te representa! Mas qual é a identidade do seu negócio?

A identidade visual do seu negócio ou empresa é a vitrine do seu trabalho. Ela é não só uma união de símbolos e cores, mas diz muito sobre os seus valores, o seu produto e seus objetivos. É a partir da sua marca que você conquista seu público.

Não perca tempo, contate a Primus Comunicação e
DEIXE A SUA MARCA!

Veja nossa campanha:
 




 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Diversidade nas funções do jornalismo

    
    Quando a palavra jornalista é dita, cada pessoa pensa de determinada maneira; ou pensa em um rosto famoso da televisão, ou pensa em alguém que escreve matérias para um jornal impresso ou revista, podendo também pensar em uma pessoa que informa notícias em uma emissora de rádio. Mas o que é o jornalismo e quais suas funções na sociedade contemporânea? O jornalismo se define por ocupações múltiplas, pela prática de coletar, escrever, editar e publicar informações para fazer uma matéria, tendo muitas vezes que adaptar, incluir ou excluir determinados dados que não são de grande serventia para a produção final.

    O jornalista possui diversas funções, mas seu dever primordial é transmitir notícias, informações, dados factuais, ou seja, a verdade é essencial no texto. O público alvo deve ser tratado com respeito e informações transmitidas erroneamente podem causar sérios danos. Além disso, o jornalista possui um grande poder de persuasão, e um dos possíveis vieses dessa característica profissional é o de se tornar manipulador e formador de opinião. Ele deve ser imparcial. O conceito final deve ser obtido de acordo com as idéias e pensamentos próprios do leitor. Outra função que é bastante utilizada é a de denunciar fraudes, corrupções, e o questionamento sobre o universo político, uma área que não chama muito a atenção do povo e por isso permanece prejudicada por grandes crimes, mas o combate a corrupção com a ajuda da mídia pode amenizar e resolver alguns desses problemas.

    Um fator determinante, não só para os profissionais da área, mas também para todo um povo é a liberdade de expressão e o jornal é um veiculo que possui um grande diferencial, pois transmite em sua maioria as ideologias e opiniões da população e principalmente mostra a cultura, que é a essência de toda sociedade, são seus costumes e tradições unidos a linguagem.

    Com o rápido avanço da tecnologia, as notícias são passadas, agora, quase em tempo real. É essencial à profissão do jornalista estar sempre com um determinado equipamento nas mãos para que, se algum fato importante acontecer, ele estar preparado para gravar e posteriormente reportá-lo, por exemplo como aconteceu no ano de 2001 com o ataque à primeira torre do World 
Trade Center, enquanto o repórter contava que uma das torres tinha desmoronado, a outra também foi atingida, foi necessário ao repórter bastante cautela e precisão nas informações, mesmo não obtendo total conhecimento do que tinha acabado de acontecer.
    Para conseguir transmitir o que deseja com exatidão e conseqüentemente atingir todo o público desejado, o jornalista não deve colocar no seu texto ambigüidades, regionalismos e expressões como gírias, que podem prejudicar que a informação seja compreendida de forma completa.

    São diversas as funções desse profissional e todas devem ser desempenhadas com bastante atenção, pois uma palavra pode mudar todo o sentido do texto e o jornalismo é a base da comunicação.



por Luana Arcuri




(últimos 30 dias)